“Francis Collins, o biólogo que desvendou o genoma humano, explica por que é possível aceitar as teorias de Darwin e ao mesmo tempo manter a fé religiosa.”
O assunto é vasto, mas sinteticamente na minha opinião, o Deus da Bíblia, Criador, Sustentador, Redentor e Restaurador cheio de graça e de verdade, conforme se nos mostrou em Jesus Cristo, não é conciliável com a selecção natural materialista na qual impera a lei do mais forte. No Evangelho é a lei do amor que preside. O Filho de Deus não é o resultado da evolução nem o motor dela, mas o Salvador que faz por nós o que nunca a natureza alguma vez poderia fazer. O homem não evoluiu. O homem caiu segundo o relato bíblico e dessa queda (separação de Deus e da Sua glória) Jesus veio nos salvar.
Agora o evolucionismo não é ciência, mas um modelo materialista e naturalista de explicação das origens que não encontra sustentação na ciência, como o tem denunciado o criacionismo.
Para nós o pórtico de abertura da Bíblia é incontornável e insuperável: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Génesis 1:1), o que é indissolúvel da sua conclusão: “Vi novo céu e nova terra...” (Apocalipse 21:1).
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Um comentário:
Mês passado tinha uma exposição aqui sobre as teorias e a vida de Darwin. Ele foi um cara fantástico, lançou idéias a partir do que viu e conheceu. Mas também não acho que Deus utilizaria a lei do mais forte... não faria muito sentido. A questão criacionismo x evolucionismo sempre aparece quando debato com algum ateu, eles gostam de problematizar a questão! Hehehehee... Fui! Fique em Deus!
Bia - Deus e a Menina
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